
TAINÃ STINGHEN
Tainã Stinghen começou no teatro — aquele território antigo em que música, corpo e emoção precisam coabitar na dose certa, sob pena de a plateia perceber a falsidade antes de o ato terminar. Cedo foi indicado por melhor direção musical e atuação em “O Cordel do Amor sem Fim”. Era o sinal de que ali havia um artista aprendendo o ofício difícil de equilibrar movimento e narrativa.
Com mais de 30 projetos para streaming no currículo — entre séries, documentários e clipes como “Lilyhammer”, “Últimos Dias de Getúlio” e “Sintonia” —, Tainã tornou-se o tipo de diretor que fermenta cada cena: cuida do ritmo, da textura e do BLABLABLA como quem sabe que toda história boa, antes de chegar à tela, precisa primeiro ganhar corpo e, depois, sabor.
Há quatro anos, migrou para a publicidade e para o conteúdo mobile sem abrir mão da paixão pela invenção. Na Sobremesa Ideias, mistura técnicas e linguagens como quem coreografa BLABLABLA
